
Anteontem, sábado, ao final da tarde, fui com a Isabel a Guimarães ver e ouvir o Valter no seu lançamento do recente "a máquina de fazer espanhóis".
Extraordinário. Antes passámos pelo Vila Flor, onde vi uma exposição que não me agradou particularmente, para ser delicado.
Valter estava só. Também não precisaria de mais ninguém. Penso que nunca precisou. Entre saborosas leituras do último romance e alusões a "vampiros de Freamunde" -quem lá estava, percebe :-)-, o tempo passou como se não o tivesse feito.
Adorámos. Esceveu algo no meu "Apocalipse (...)", e regressámos.
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